Conhecemos muito bem o ditado popular "amor com amor se paga." E claro, fora o romantismo, o amor é a forma mais perfeita de atribuir outro gesto de amor. O amor na expressão evangélica é "perdão", ou seja, "doação." A palavra perdão tem sua origem na palavra latina "perdonare", que significa per = para, donare = doar.
Assim quem perdoa deixa um pouco de si em quem é perdoado, deixa um pedaço do próprio coração.
A cena do evangelho nos mostra este relacionamento: A mulher pecadora confia em Jesus e reconheci nele a doação perfeita de si, por isso ela pode receber dele "perdão" dos pecados. Jesus é a prova mais evidente que Deus é amor. Diante da atitude de confiança e amor da mulher, Jesus paga amor com amor.
Quem entra num relacionamento de doação com Deus retribui o seu amor (salvação) gestos de amor (vida de oração, dedicação as coisas da igreja, dedicação ao serviço ao próximo). Vive uma fé alimentada pela própria vida de Deus em si.
Na cruz, Cristo nos dá a prova de seu amor-doação: deu nos sua própria vida, recebemos o perdão dos pecados, recebemos um pedaço do seu coração.
"Esta minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé, crendo no filho de Deus, que me amou e por mim se entregou". (GL 2,20)
Fonte: Pe. David Ferreira
Legionário
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Dignitatis Humanae
Trata-se da Declaração do Concílio Vaticano II sobre a Liberdade Religiosa, cujo texto começa assim: "Da dignidade da pessoa humana (Dignitatis humanae) tornam-se os homens de nosso tempo sempre mais conscientes". Certa autonomia e liberdade responsável, sem coação, mas guiando-se pela consciência do dever em favor da vida, é um sonho que tende a crescer em todos os níveis, inclusive religiosos. Também a Igreja Católica participa deste sonho. Pois se trata do sonho do próprio Deus manifestado em Jesus Cristo. Portanto, que seja garantida para todas as religiões, sobretudo para a Igreja, a sagrada liberdade no cultivo desse sonho de Deus em favor de uma sociedade humana unida e sadia.
Fonte: Frei José Ariovaldo da Silva, OFM Petrópolis/RJ
Fonte: Frei José Ariovaldo da Silva, OFM Petrópolis/RJ
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Fundador da Legião de Maria Frank Duff
Frank Duff nasceu em Dublin, Irlanda, dia 7 de junho de 1889, o mais velho de 7 irmãos.
Em 1913, ingressou na Sociedade São Vicente de Paulo e foi muito beneficamente influenciado pelo espírito desta Sociedade. Na qualidade de confrade Vicentino, ele aos poucos foi adquirindo grande amor aos pobres e os tratava tão bem como a todos que encontrava, reconhecendo e honrando o Cristo em todas as pessoas, sem distinção.
Em 1916, aos 27 anos, publicou seu primeiro livreto, intitulado "PODEMOS SER SANTOS?". Nele expressou uma das maiores convicções de sua vida, afirmando que todas as pessoas, sem exceção, são chamadas a ser santas e que, através de nossa fé católica todos nós temos as condições para vivermos a santidade.
No dia 7 de setembro de 1921, Frank Duff fundou a Legião de Maria, Movimento Apostólico Leigo a serviço da Igreja e submisso à Autoridade Eclesiástica.
O espirito legionário é dotado de um duplo carisma: a santificação de seus Membros e o estabelecimento definitivo do reino de Cristo no mundo, através de Nossa Senhora.
A Legião de Maria estende-se por quase todos os países do mundo com cerca de 3 milhões de Membros Ativos, além de inúmeros Membros Auxiliares (orantes).
Em 1965 Frank Duff foi convidado por Sua Santidade o Papa Paulo VI á participação como Observador Leigo, no Concílio Vaticano II. Com semelhante honra, através do Santo Padre a Igreja definitivamente reconheceu e confirmou sua aprovação ao imenso trabalho do grande Fundador, todo voltado para o apostolado leigo.
Frank Duff faleceu em 7 de novembro de 1980, sendo sepultado no cemitério da Clasnevin, em Dublin.
Em julho de 1996, a Causa de sua Canonização foi introduzida pelo Arcebispo de Dublin, Dom Desmond Connell.
Favores atribuídos à intercessão de Frank Duff podem ser encaminhados aos Senatus e Regiae do Brasil.
Fonte: Com aprovação eclesiástica.
twitter.com/Briefingdocandi
Em 1913, ingressou na Sociedade São Vicente de Paulo e foi muito beneficamente influenciado pelo espírito desta Sociedade. Na qualidade de confrade Vicentino, ele aos poucos foi adquirindo grande amor aos pobres e os tratava tão bem como a todos que encontrava, reconhecendo e honrando o Cristo em todas as pessoas, sem distinção.
Em 1916, aos 27 anos, publicou seu primeiro livreto, intitulado "PODEMOS SER SANTOS?". Nele expressou uma das maiores convicções de sua vida, afirmando que todas as pessoas, sem exceção, são chamadas a ser santas e que, através de nossa fé católica todos nós temos as condições para vivermos a santidade.
No dia 7 de setembro de 1921, Frank Duff fundou a Legião de Maria, Movimento Apostólico Leigo a serviço da Igreja e submisso à Autoridade Eclesiástica.
O espirito legionário é dotado de um duplo carisma: a santificação de seus Membros e o estabelecimento definitivo do reino de Cristo no mundo, através de Nossa Senhora.
A Legião de Maria estende-se por quase todos os países do mundo com cerca de 3 milhões de Membros Ativos, além de inúmeros Membros Auxiliares (orantes).
Em 1965 Frank Duff foi convidado por Sua Santidade o Papa Paulo VI á participação como Observador Leigo, no Concílio Vaticano II. Com semelhante honra, através do Santo Padre a Igreja definitivamente reconheceu e confirmou sua aprovação ao imenso trabalho do grande Fundador, todo voltado para o apostolado leigo.
Frank Duff faleceu em 7 de novembro de 1980, sendo sepultado no cemitério da Clasnevin, em Dublin.
Em julho de 1996, a Causa de sua Canonização foi introduzida pelo Arcebispo de Dublin, Dom Desmond Connell.
Favores atribuídos à intercessão de Frank Duff podem ser encaminhados aos Senatus e Regiae do Brasil.
Fonte: Com aprovação eclesiástica.
twitter.com/Briefingdocandi
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Venerável Edell Quinn Enviada da Legião de Maria a Africa
Edell Quinn, nascida no dia 14/09/1907, em Greenane, perto de Kanturk, no Condado de Cork (Irlanda).
Edell Quinn era uma simples moça irlandesa, que "pelo extraordinário exemplo de sua vida viria a alterar o curso da história". Nada em sua meninice e adolescência, faria prever sua futura glória: era uma garota encantadora, alegre e atraente, como tantas outras.
Edell conheceu a legião através de uma amiga. Esta recusou um convite de Edell para ir até sua casa, alegando que tinha de ir a uma reunião da legião de Maria. Edell interessou-se pelo movimento e quis assistir à reunião. Tornou-se, então, membro ativo e, após dois anos, era já presidente de um praesidium encarregado da recuperação de mulheres decaídas. Mas embora totalmente devotada à causa legionária, sentia-se atraída por um outro ideal: queria ingressar num convento de religiosas contemplativas.
Seu desejo de uma vida de oração, entre as Clarissas, nunca porém, chegou a ser satisfeito, devido a uma incurável tuberculose. Deus tinha determinado que, permanecendo sua alma para sempre enclausurada, as paredes de seu convento seriam os caminhos da África.
Em 1934, após permanecer 18 meses num sanatório, retornou à vida normal, tendo, então, participado de uma peregrinação a Lourdes, organizada pela legião de Maria. Regressando á Irlanda, continuou na Legião como membro ativo.
Sua alma generosa levou-a a se entregar sempre mais ao serviço apostólico. Em 30/10/1936, com 29 anos de idade, partiu para a África Oriental, como Enviada da Legião de Maria, dedicando-se a um apostolado heróico até a morte, por 7 anos e meio, sem nunca voltar à pátria e rever a família. Apesar de dificuldades tremendas, conseguiu estabelecer a Legião em todo o território do Vicariato de Zanzibar. Depois, animada de incansavel zelo, apesar da saúde sempre delicada, percorreu os imensos terrritórios de Kenia, Tanganica, Uganda, Niassaland e Ilha Mauricio.
Era obrigada, algumas vezes, a um repouso forçado em hospitais; mas ainda assim, prosseguia em seu apostolado, através da oração e da correspondência. Em 1943, escrevia uma testemunha ocular a seu respeito. "Não está curada. Está pesando muito pouco, e lhe é muito penosa a presente estação de chuvas. Tem dificuldades em respirar. Qualquer esforço físico, mesmo leve, deixa-a sem fôlego e necessitada de descanso. é uma criatura extraordinária, um magnifico exemplo de vocação cumprida com integral fidelidade".Todos os que a conheceram de perto observaram que, sob a intensa atividade exterior, escondia-se uma profunda vida de comunhão com Deus. A missa, desde a juventude até o final, foi o centro de sua vida. Chegava a viajar horas e horas em jejum certa vez ficou 17 horas sem comer só para poder receber a Santa Comunhão. Atribuia ela ao SSmo. Sacramento a graça de poder prosseguir na luta. "Como a vida seria solitária sem ele", escreveu certa vez. Seu imenso amor pela 'Virgem Mãe de Deus, sua confiança e total dependência de Maria, impregnava todos os aspectos de sua vida, tendo alcançado um grau pouco comum de união com Nossa Senhora. Quando lhe perguntaram se alguma vez lhe tinha recusado alguma coisa, respondeu: "Não, nunca lhe neguei nada, em tudo quanto me pareceu ser a sua vontade".
Conservou-se sempre alegre até o fim. Um sacerdote, que a visitou poucos dias antes da sua morte, encontrou-a de "extraordinário e contagiante bom humor". O fim foi repentino.
Tomada de surpresa, apenas perguntou: "O que está acontecendo comigo? Será que Jesus veio me buscar?" Foi no dia 12 de maio de 1944. O seu falecimento foi comunicado a Dublin, centro da Legião de Maria, por telegrama expedido pelo Exmo. Sr. Cardeal Secretário de Estado de sua Santidade, quando estando ainda a Europa em guerra a notícia chegou ao conhecimento do Vaticano. Em Nairobi, onde estabelecera a sua primeira Curia anos atrás, foi sepultada em cemitério reservado aos missionários.
Foi declarada solenimente, pelo Papa João Paulo Segundo, a 15 de setembro de 1994, Venerável, por sua ação heróica.
Fonte: Legião de Maria - Senatus de São Paulo - Com aprovação Eclesiástica
twitter.com/Briefingdocandi
Edell Quinn era uma simples moça irlandesa, que "pelo extraordinário exemplo de sua vida viria a alterar o curso da história". Nada em sua meninice e adolescência, faria prever sua futura glória: era uma garota encantadora, alegre e atraente, como tantas outras.
Edell conheceu a legião através de uma amiga. Esta recusou um convite de Edell para ir até sua casa, alegando que tinha de ir a uma reunião da legião de Maria. Edell interessou-se pelo movimento e quis assistir à reunião. Tornou-se, então, membro ativo e, após dois anos, era já presidente de um praesidium encarregado da recuperação de mulheres decaídas. Mas embora totalmente devotada à causa legionária, sentia-se atraída por um outro ideal: queria ingressar num convento de religiosas contemplativas.
Seu desejo de uma vida de oração, entre as Clarissas, nunca porém, chegou a ser satisfeito, devido a uma incurável tuberculose. Deus tinha determinado que, permanecendo sua alma para sempre enclausurada, as paredes de seu convento seriam os caminhos da África.
Em 1934, após permanecer 18 meses num sanatório, retornou à vida normal, tendo, então, participado de uma peregrinação a Lourdes, organizada pela legião de Maria. Regressando á Irlanda, continuou na Legião como membro ativo.
Sua alma generosa levou-a a se entregar sempre mais ao serviço apostólico. Em 30/10/1936, com 29 anos de idade, partiu para a África Oriental, como Enviada da Legião de Maria, dedicando-se a um apostolado heróico até a morte, por 7 anos e meio, sem nunca voltar à pátria e rever a família. Apesar de dificuldades tremendas, conseguiu estabelecer a Legião em todo o território do Vicariato de Zanzibar. Depois, animada de incansavel zelo, apesar da saúde sempre delicada, percorreu os imensos terrritórios de Kenia, Tanganica, Uganda, Niassaland e Ilha Mauricio.
Era obrigada, algumas vezes, a um repouso forçado em hospitais; mas ainda assim, prosseguia em seu apostolado, através da oração e da correspondência. Em 1943, escrevia uma testemunha ocular a seu respeito. "Não está curada. Está pesando muito pouco, e lhe é muito penosa a presente estação de chuvas. Tem dificuldades em respirar. Qualquer esforço físico, mesmo leve, deixa-a sem fôlego e necessitada de descanso. é uma criatura extraordinária, um magnifico exemplo de vocação cumprida com integral fidelidade".Todos os que a conheceram de perto observaram que, sob a intensa atividade exterior, escondia-se uma profunda vida de comunhão com Deus. A missa, desde a juventude até o final, foi o centro de sua vida. Chegava a viajar horas e horas em jejum certa vez ficou 17 horas sem comer só para poder receber a Santa Comunhão. Atribuia ela ao SSmo. Sacramento a graça de poder prosseguir na luta. "Como a vida seria solitária sem ele", escreveu certa vez. Seu imenso amor pela 'Virgem Mãe de Deus, sua confiança e total dependência de Maria, impregnava todos os aspectos de sua vida, tendo alcançado um grau pouco comum de união com Nossa Senhora. Quando lhe perguntaram se alguma vez lhe tinha recusado alguma coisa, respondeu: "Não, nunca lhe neguei nada, em tudo quanto me pareceu ser a sua vontade".
Conservou-se sempre alegre até o fim. Um sacerdote, que a visitou poucos dias antes da sua morte, encontrou-a de "extraordinário e contagiante bom humor". O fim foi repentino.
Tomada de surpresa, apenas perguntou: "O que está acontecendo comigo? Será que Jesus veio me buscar?" Foi no dia 12 de maio de 1944. O seu falecimento foi comunicado a Dublin, centro da Legião de Maria, por telegrama expedido pelo Exmo. Sr. Cardeal Secretário de Estado de sua Santidade, quando estando ainda a Europa em guerra a notícia chegou ao conhecimento do Vaticano. Em Nairobi, onde estabelecera a sua primeira Curia anos atrás, foi sepultada em cemitério reservado aos missionários.
Foi declarada solenimente, pelo Papa João Paulo Segundo, a 15 de setembro de 1994, Venerável, por sua ação heróica.
Fonte: Legião de Maria - Senatus de São Paulo - Com aprovação Eclesiástica
twitter.com/Briefingdocandi
Assinar:
Postagens (Atom)



